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Entre avanço e cautela: Como está a oferta das canetas emagrecedoras nas maiores cidades da Bahia

  • Soteropolitano Notícias
  • há 5 dias
  • 2 min de leitura

Fotos: Alana Dias / Bahia Notícias


Governos, prefeituras e secretarias de saúde lançaram no mês de março de 2026 programas para oferecer canetas emagrecedoras na rede pública de saúde. Alguns estados iniciaram debates para confirmar a adoção desses medicamentos, em diferentes estágios de implementação. 


 

No entanto, a caneta será direcionada para tratar diabetes tipo 2 em crianças e adolescentes de 10 a 17 anos na rede municipal de saúde. Após aprovações, discussões e projetos sobre o tema, o Bahia Notícias procurou as prefeituras das quatro maiores cidades do estado, para saber se a medida pode ocorrer nesses municípios. 

 

Em entrevista à reportagem, o secretário de Saúde de Salvador, Rodrigo Alves, informou que apesar do debate, não há planos para implementar essa medida na capital baiana, tendo em vista que a gestão está focada em cumprir outras ações do setor. 

 

“Discussão existe. Mas o nosso compromisso é com aquilo que foi pactuado pelo prefeito com a população de Salvador lá na sua campanha. Temos outras entregas para realizar na cidade. Os prefeitos que priorizaram as canetas é porque foi esse o compromisso que ele assumiu com a sua população naquele momento”, disse ao BN. 

 

O titular da pasta da maior cidade baiana comentou ainda a respeito da discussão para a desoneração dos custos dos medicamentos em nível federal para que o SUS possa oferecer os tratamentos. 

 

“E tem também toda uma discussão sobre a desoneração do custo, que é um debate no Ministério da Saúde. O Brasil precisa fazer a desoneração do custo desses medicamentos para que aí sim o SUS possa passar a ofertar. Toda a incorporação de novos medicamentos têm uma ordem para acontecer a partir do ministério. Ele determina o que os estados e os municípios vão comprar”, explicou. 

 


 

A Secretaria Municipal de Saúde de Feira indicou à reportagem que vai realizar a análise técnica, assistencial, jurídica e orçamentária necessária para avaliar de que forma a oferta, em caso de sanção, pode ser estruturada no âmbito da rede pública municipal.

 
 
 

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