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Operações do Master tinham empresário baiano Nelson Tanure entre destinos, aponta Coaf

  • Soteropolitano Notícias
  • há 6 horas
  • 1 min de leitura

Foto: Reprodução / Redes Sociais


Um Relatório de Inteligência Financeira (RIF) sobre transações do Banco Master, enviado à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado no Senado em março, aponta a existência de operações que incluem uso de dinheiro em espécie, garantias com valores inflados em empréstimos e destinação de recursos a empreendimentos associados ao empresário baiano Nelson Tanure, investigado pela Polícia Federal (PF) no caso.

 

O documento foi elaborado pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), órgão do governo federal responsável por atuar na prevenção e detecção de crimes de lavagem de dinheiro. A legislação determina que instituições financeiras comuniquem operações de grande porte ou que apresentem indícios de irregularidades.

 

As informações foram publicadas nesta sexta-feira (10) pela Folha de S. Paulo. Segundo a reportagem, o relatório, que abrange o período de 2022 a 2025, parte das operações analisadas envolve movimentações financeiras em espécie acima dos limites estabelecidos em normas. Segundo investigadores ouvidos pelo jornal, a menção a operações em espécie refere-se ao uso de dinheiro vivo em algum momento das transações.

 

A defesa do ex-banqueiro Daniel Vorcaro foi procurada, mas não respondeu aos questionamentos. Já a defesa de Nelson Tanure afirmou que o empresário não possui relação societária com o Banco Master. “Foi apenas cliente nos últimos anos”, declarou.

 

Um dos casos citados no relatório envolve a empresa BTG Empreendimentos, Locações e Serviços, sediada em Campo Grande e atuante nos setores de terraplanagem e aluguel de máquinas. A operação, realizada em setembro de 2024, somou R$ 468,8 milhões e, conforme o RIF, envolveu, em algum momento, recursos em espécie.

 
 
 

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