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Defesa de Daniel Vorcaro nega ao STF envolvimento em contratação de influenciadores contra Banco Central

  • Soteropolitano Notícias
  • 9 de jan.
  • 1 min de leitura

Foto: Divulgação / Banco Master


A defesa de Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master, apresentou ao Supremo Tribunal Federal (STF) uma petição na qual nega qualquer responsabilidade pela contratação de influenciadores digitais para atacar o Banco Central (BC). O documento foi dirigido ao ministro Dias Toffoli, relator do processo.

 

Na petição, os advogados afirmam que Vorcaro "nega veementemente qualquer envolvimento ou conhecimento sobre qualquer prática de difamação ou disseminação de fake news em face do Banco Central". A manifestação judicial é uma resposta a reportagens que detalharam supostos contratos, denominados internamente de "projeto DV", em referência a Daniel Vorcaro.

 

Conforme as reportagens, que citam documentos, prints de conversas e comprovantes de transferências, os contratos ofereciam valores que chegavam a R$ 2 milhões, com cláusulas de sigilo absoluto para que as ações nas redes sociais mantivessem a aparência de um movimento orgânico contra a autarquia. O objetivo seria lançar suspeitas sobre o processo de liquidação judicial do Banco Master conduzido pelo BC.

 

Os materiais indicam que, para um influenciador com mais de 1 milhão de seguidores, foi proposta uma remuneração de R$ 2 milhões por três meses de trabalho, em troca de oito postagens mensais. Em outro caso, um perfil com menos de 500 mil seguidores teria sido cotado em R$ 250 mil pelo mesmo período e quantidade de publicações.

 

Em paralelo à negativa, a defesa de Vorcaro também requereu ao STF a abertura de um inquérito para apurar o que classificou como "crimes contra a honra" relacionados ao caso do Banco Master.

 

As informações são do O Globo.

 
 
 

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